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Editorial Lacan 21 nº11

Editorial Iordan Gurgel – EBP/AMP Caro leitor, Ao contrário das edições  anteriores que definiam um tema apriori, este número de LACAN XXI  não seguiu esta proposta e abriu o leque para escolha livre dos autores. Assim, vemos desde os textos orientadores opções temáticas variáveis que começam com a atualidade do “A mulher não existe” com […]

Novos sintomas, ainda o mal-estar

Rogério Barros – EBP/AMP “A psicanálise muda. Isso não é um desejo. É um fato”[1]. Isso requer que não estejamos distantes dos novos modos de subjetivação tributários do discurso do mestre do nosso tempo. O novo mestre, união do discurso do capitalista com a ciência foraclui as coisas de amor, nos fazendo ver, de uma […]

Porque sou uma mulher!

Guy Briole – ECF & ELP/AMP “A mulher não existe” é, desde que Lacan o formulou em seu Seminário XX, Mais, ainda, o iniludível.[1] Que a leitura desta não existência, encontra sua lógica na demonstração lacaniana, não impede que as mulheres, no plural como no uma por uma, existem. E isso não unicamente por declararem-se […]

De mulheres, de mitos e de semblantes

Maria Bernadette Soares de Sant´Ana Pitteri – EBP/AMP Freud cria a Psicanálise em torno do trabalho clínico com as histéricas: para elas e com elas abre-se um novo saber e ele se pergunta, no decorrer de sua vida-obra, “o que quer a mulher?”. Lacan propõe que se busque “uma” mulher, mulheres pensadas uma a uma […]

Para a psicanálise… o ponto de impossível

Rafaela Vieira de Oliveira – Participante Seção Leste-Oeste/EBP A partir do campo social, encontramos como “novas modalidade de amor”, modelos diversos de relacionamentos íntimos: entre pessoas hétero e homoafetivas, trans e cisgêneras, que, por sua vez, constituem relações abertas, monogâmicas ou poliamorosas. Já para as “novas configurações familiares” é a figura da prole que marcará […]

O indizível, o ilimitado e o Queer

Paola Salinas – EBP/AMP “Essa experiência da palavra conhecida e de que se está privado (…) Em que o caráter fortuito de nossos pensamentos, a natureza frágil de nossa identidade, a matéria involuntária de nossa memória e seu estofo exclusivamente linguístico se tocam com os dedos. (…) em que os nossos limites e a nossa […]